24.11.08

Quem nos dera...

FARC QUEREM SEQUESTRAR SOUSA TAVARES

O roubo do computador de Miguel Sousa Tavares e a tentativa de agressão que sofreu de 200 estivadores poderão ser apenas o ponto do icebergue de infelicidades que se abaterão sobre ele. Ao que o IP apurou, metade da população mundial fartou-se dos insultos de que é alvo todas as semanas por parte do comentador e promete retaliar. Assim, as FARC querem sequestrar Miguel Sousa Tavares, a ETA quer estoirar com ele, os membros da administração Bush querem invadir-lhe a casa e Jesualdo Ferreira quer estender o seu contrato como o FC Porto. Para além disso, até Deus se fartou do comentador e pretende, à semelhança do episódio descrito no Antigo Testamento, enviar-lhe uma praga de gafanhotos ou de cobradores do fraque. Miguel Sousa Tavares quis prestar declarações ao IP mas não conseguiu porque, infelizmente, o computador que lhe roubaram tinha metade das suas opiniões sobre o assunto e um quinto das suas opiniões sobre o sentido da vida
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- In "Inimigo Público", edição de 7 de Novembro de 2008.


Miguel Sousa Tavares, esse "intelectual e romancista filho de uma poetisa e de um advogado, armado em homem do campo que sabe o que custa a vida". Já que não lhe chegámos a mandar a t-shirt cor de rosa a dizer "je suis un blasé", valeu a pena esperar que o "Inimigo Público" e outr@s expressassem também que não somos só nós fart@s dele.

1 comentário:

Rui disse...

Aí está, o primeiro passo do sovietismo. Ficar 'farto' das opiniões diferentes, hostilizá-las em nome de um qualquer colectivo. E claro, procurar calar a dissensão.

Curioso que, no sistema soviético, algumas das primeiras vítimas da 'revolução' (apoiada pela aristocracia britânica ahah...leia-se Bertrand Russell e outros...) foram precisamente as líderes feministas que a tinham apoiado.
À semelhança de tantos outros idiotas úteis.
Pensavam que o sistema as apreciaria e as deixaria cumprir as suas pequenas agendas a seguir.
Pois. Não foi possível. Algumas foram mandadas para os gulags. Outras foram expedidas para sítios como a Ucrânia, para morrerem nos massacres, e nas grandes fomes artificialmente criadas por 'necessidade histórica'.

O feminismo que surgiu a seguir foi um feminismo guiado a partir do NKVD, não a partir das 'líderes' pré-revolução. Destinado apenas ao dividir para reinar. Não ao favorecimento das mulheres.